Capacitação para Boas Práticas de Fabricação
Implementação e Manutenção de Sistema da Qualidade

12 horas de duração (17 e 18/01/2009)

Programa
1. Boas Práticas
2. Boas Práticas de Fabricação, implicações no não cumprimento
3. Capacitação de BPF
3.1. Organização da empresa, e compromentimentos
3.2. Assuntos regulatórios
3.3. Capacitação de pessoal
3.4. Avalidação da estrutura física da empresa
3.5. Qualificação de equipamentos
3.6. Requisitos para matérias-primas, materiais de embalagem e acondicionamento
3.7. Processo produtivo e controle de processamento
3.8. Processo de envase, rotulagem e embalagem
3.9. Controle de armazenamento e distribuição
3.10. Estrutura do controle de qualidade
3.11. Documentação técnica
3.12. Reclamações, devoluções e recolhimento de mercado
3.13. Programa de qualidade assegurada
4. Auditorias
4.1. Preparação de equipe para processo de auditoria
4.2. Elaboração e avaliação de auditoria

Ministrante:
Cristiano Ricardo - Farmacêutico-Bioquímico, com curso mestrado em Farmaco e Medicamentos pela FCF, especialista em Engenharia Cosmética pelo Instituto Racine, tem atuado em empresas como Eurofarma, Biolab-Sanus, Muriel, nas áreas de controle de qualidade, garantia da qualidade e desenvolvimento de produtos, como docente do ensino superior, nas universidades BRAZ CUBAS, UNIBAN, UNINOVE, UCAM, FACIL-CAM, além do Instituto Racine e Delta Educação Continuada e também em cursos técnicos no SENAC-SP. É consultor em Boas Práticas, estratégia de negócios e desenvolvimento de produtos.

Curso de Japonês [NIHONGO] em São Paulo

Turmas Individuais e Turmas Reduzidas

com Professor Heitor Tokio Masuyama, que chega em São Paulo diretamente de Toyohashi - Japão

Informações: nihongo@flidias.net


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Capacitação para Boas Práticas de Fabricação
Implementação e Manutenção de Sistema da Qualidade

12 horas de duração

Programa
1. Boas Práticas
2. Boas Práticas de Fabricação, implicações no não cumprimento
3. Capacitação de BPF
3.1. Organização da empresa, e compromentimentos
3.2. Assuntos regulatórios
3.3. Capacitação de pessoal
3.4. Avalidação da estrutura física da empresa
3.5. Qualificação de equipamentos
3.6. Requisitos para matérias-primas, materiais de embalagem e
acondicionamento
3.7. Processo produtivo e controle de processamento
3.8. Processo de envase, rotulagem e embalagem
3.9. Controle de armazenamento e distribuição
3.10. Estrutura do controle de qualidade
3.11. Documentação técnica
3.12. Reclamações, devoluções e recolhimento de mercado
3.13. Programa de qualidade assegurada
4. Auditorias
4.1. Preparação de equipe para processo de auditoria
4.2. Elaboração e avaliação de auditoria

Ministrante:

Cristiano Ricardo - Farmacêutico-Bioquímico, com curso mestrado em Farmaco e Medicamentos pela FCF, especialista em Engenharia Cosmética pelo Instituto Racine, tem atuado em empresas como Eurofarma, Biolab-Sanus, Muriel, nas áreas de controle de qualidade, garantia da qualidade e
desenvolvimento de produtos, como docente do ensino superior, nas universidades BRAZ CUBAS, UNIBAN, UNINOVE, UCAM, FACIL-CAM. É consultor em Boas Práticas, estratégia de negócios e desenvolvimento de produtos.

Flidias Consultoria

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Desde 22/07/2.008 nenhum curso coordenado por mim tem mais relação com o espaço que antes divulgavamos ser nosso parceiro, no bairro do Morumbi.

Informamos que todos os cursos presenciais, em nosso espaço, estão adiados, em breve informarei o novo local para cursos. Os cursos in company não sofreram alterações.

O atendimento de consultoria em qualidade, produtividade e desenvolvimento de produtos cosméticos não sofre alterações, bem como na seguradora de planos de saúde e odontológico e no serviço de mídia, divulgação e promoção.

Atenciosamente,

Cristiano Ricardo
consultor flidias
(11) 9110-6256
cristiano@flidias.net

Flidias Consultoria

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esmalte

esmalte

Já dizia um sábio, que devemos aprender com os nossos erros, mas creio que aprender com o erro dos outros é sabedoria muito maior. Além disso, é muito mais fácil saber onde e quando (além do principal: porque) errou. Não distante das outras áreas, o mercado de cosméticos também demonstra formas de erro e seus aprendizados, e o quanto que podemos desenvolver frente a esses erros.

Normalmente, pensamos no aprendizado a partir do erro, mas muitas vezes, o erro é observado depois de um acerto que ao se conhecer mais, percebe-se a realidade, a exemplo do “milagroso” DMAE em anti-sinais (Veja em: GIANNOCCARO, F.B.; GRAGNANI FILHO, A.; FERREIRA, L.M. Cultivo de fibroblastos com DMAE. Cosmetics & Toiletries, 19(1): 59-61, 2007. ) bem como do FORMALDEÍDO nas “famosas” escovas progressivas (Veja em: http://www.anvisa.gov.br/cosmeticos/alisantes/index.htm). Mas, só nesses dois exemplos, que substâncias saíram de grandes heroínas da beleza passando a vilãs, podemos pensar na velocidade e na assertividade de se colocar produtos cosméticos no mercado. Muitas vezes com produtos que são verdadeiras “armas mágicas” (lê-se arma química) que invadem o mercado tornando alguns empresários contentes e o mercado, pasmo com o pouco que se conhece dos próprios produtos.

Então, temos alguns exemplos que não chegaram ao grande público, mas a parte técnica acaba sabendo.
Como no caso de um analista de desenvolvimento que por desconhecer (ou ignorar) que uma formulação de cosmético é uma reunião de compostos químicos e que estes interagem entre si, e acabou gerando uma pequena quantidade de nitroglicerina em um desenvolvimento de anti-perspirante, resultando em uma explosão, na estufa do laboratório. Por sorte, a reação foi lenta, a quantidade pequena e ocorreu no período noturno.

Outro exemplo ocorreu em uma pomada para assadura (em indústria farmacêutica) onde o tensoativo era LSS (lauril sulfato de sódio) e foi utilizada grande quantidade (bem acima do necessário para se conseguir uma emulsão), e causou uma profunda irritação de pele. Outro caso é o da formulação de um hidratante capilar que ficou bastante estável, o tanto que mesmo profundamente contaminado com microorganismos, não houve alteração de suas características físicas, ou seja, mesmo o cliente final sendo contaminado, continuaria utilizando-o, e isso poderia acarretar em reações de irritação ou alergia.

Conhecer esses deslizes é extremamente importante para um profissional da área, pois o auxilia a evitar que sua empresa ou seu cliente sofra com as conseqüências de uma decisão não muito bem pensada, ou mesmo precipitada. Claro que a velocidade do mercado é muito maior que a velocidade da pesquisa e a empresa que não aprender a ser veloz acaba por perder fatias mercadológicas importantes, mas então, como sair desta posição tão desagradável?
Vamos tentar pensar da seguinte forma:

1) Precisamos ser velozes;

2) Precisamos ser inovadores;

3) Precisamos ter critérios científicos;

4) Precisamos ter tempo analítico;

São quatro pontos distintos e opostos. Se você colocar no papel verá justamente isso, porém, faça uma associação entre cada um dos pontos, por exemplo: Se você tem tempo analítico para ter critérios científicos, é possível ser veloz e inovador. Mas para isso, é preciso preparo, conscientização e melhoria contínua.

Aplicar ferramentas que os administradores de empresa aprendem desde o início dos estudos, bem como os profissionais da área técnica também aprendem, mas de forma clara, precisa e metódica, sem se esquecer de que para se aprender, é preciso também errar, é preciso ser criativo, é preciso ter tempo, mas principalmente, é preciso saber observar o erro dos outros.

- Cristiano Ricardo

batons

batons

Então, se pensarmos em estratégias, o que fazer?

Vou traçar agora, algumas observações para que seja possível desenhar uma estratégia nesse mercado.

Na BeautyWorld Middle East, em Dubai, nos Emirados Árabes, o destaque está para os produtos feitos no Brasil, que a cada feira, crescem sua participação e o mais importante é que não estou falando em apenas uma empresa, mas sim, em várias delas, posso citar a Bonyplus, Racco, O Boticário, Água de Cheiro, L´Acqua di Fiori, Chamma da Amazônia, SNC, Niasi, NuNAAT e Surya Henna, como marcas que negociadas através desta feira, chegaram ao mercado árabe. Já é possível encontrar produtos brasileiros, como os da Amazônia Natural (marca que já é presente em países como Portugal e Espanha), em supermercados no Kuwait.

Mas esta via não é de mão única, a HTM Sukhtian, empresa da Jordânia (presente também nos Emirados Árabes, Arábia Saudita e Palestina) já em 2007, participou da Hair Brasil, na busca por entrar no mercado brasileiro.

O que deve ficar claro, neste caminho de entrada dos produtos brasileiros no mercado árabe, e do mercado árabe no Brasil, é o alto padrão de exigência do consumidor árabe, onde qualidade e inovação são itens essenciais para a continuidade do negócio.

Mesmo quando se fala em exportação de produtos cosméticos de outros países, também se pode falar que existe um pouco do “tempero” brasileiro, a exemplo da L’Occitane, que ao lançar sua Linha Brasil, que chama atenção por ser 100% orgânica e focada nas comunidades da Amazônia, ou seja, eles já sabem o caminho do mercado (claro, estou falando da empresa francesa de cosméticos que aos 28 anos de mercado, possui boa infiltração mundial).

Agora, pense comigo, você realmente acredita que ao se desenvolver uma linha de produtos cosméticos, devemos apenas pensar no mercado regional? Pode até ser uma alternativa, talvez ir ao caminho inverso dos demais, o que pode dar certo ou que pode ser o caminho para um grande fracasso. Tudo vai depender do grau de inovação e qualidade do produzido, muito além do preço de alguns.

Hoje, o caminho da inovação e da qualidade está na escolha de bons fornecedores, e a palavra “bom” associada à palavra “fornecedor” pode gerar interpretações das mais diversas, bem como o conceito de qualidade. Então, o mais importante é conhecer muito bem o seu foco mais à frente e daí estabelecer sua estratégia de trabalho, seja no mercado internacional, quanto no nacional, observando todas as nuances, como um organismo por completo. Assim, é possível ter destaque, sem contar apenas com o feeling na escolha dos produtos da linha. O mesmo se aplica a quem vai apenas comercializar o produto de outras empresas, a regra é simples: “Se tendo feeling, você lucra, imagine se você tiver uma boa estratégia?”.

- Cristiano Ricardo

produtos cosméticos

produtos cosméticos

A beleza é um mercado promissor no Brasil, de acordo com a ABIHPEC (Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos), que aponta o Brasil como o terceiro mercado de cosméticos mundial, desta forma, gerador não apenas de renda, mas foco estratégico dos grandes “players” (grandes empresas desenvolvedoras e produtoras de cosméticos), e este apontamento não é apenas pertinente ao mercado financeiro e nada observado nas ruas (observe que não me ative aos dados do mercado neste momento). Agora compreenda o que ocorre no mercado brasileiro de cosméticos ao observar perfumarias, salões de beleza, centros de estética e mesmo nas páginas de revista, Internet (esta página que você agora lê é um exemplo disto) e programação de televisão (não é necessário comentar outras mídias, mas apenas observá-las).

Ao se observar estes detalhes, ao andar pelas ruas, não apenas de uma cidade como São Paulo, mas também pequenas cidades do interior, a relação do brasileiro com o cosmético é cultural, com o desdobramento, inovação e uma boa dose de ação sócio-ambiental, o brasileiro aos poucos tomou orgulho em ter uma produção de cosméticos, mesmo não sendo tão popular o conhecimento do crescimento do setor também no mercado externo (exemplos para citar: Natura, O Boticário, Vita Derm, Surya Brasil, com presença em países como EUA, Canadá, França), que demonstra claramente o cuidado em todas as etapas da concepção de produtos (planejamento, marketing, designer, desenvolvimento, produção e controle de qualidade) está gerando resultados, que se inicia timidamente, mas com uma boa dose de ousadia “a lá brasileira”. Atualmente, é possível encontrar produtos genuinamente brasileiros em lojas de diversos outros países, frente a esta pequena ousadia dos empresários brasileiros.

A pequena apresentação do que ocorre no mercado externo é apenas reflexo do mercado interno, onde a inovação, desenvolvimento de novos nichos e entre erros, muitos (e bons) acertos, o investimento ao mercado de cosméticos pode ser considerado como um bom caminho para os donos de capital ao redor do planeta. O aumento da comunicação nos grandes centros para os pontos mais afastados pode ser considerado como um motivo para este crescimento, associado a fatores culturais, da miscigenação de raças que se apresenta como estrutura (ou seria uma falta de estrutura?) nacional tornando o culto ao corpo saudável, explicável pelo clima tropical e a facilidade de se utilizar trajes mais leves que deixam partes do corpo à mostra, à fascinação das mulheres pelos cabelos (apesar de não muito claro, eu acredito que o tão querido “liso perfeito” não vem apenas das japonesas e sim das nossas índias), a utilização de pouca maquilagem, mas sempre presente, ao menos no batom. A higiene pessoal, através do banho diário, da utilização de desodorantes, deo colônias, e a busca da juventude da pele (claramente observada pelo aumento da expectativa de vida e vida ativa, social e produtiva).

Dentro desses fatores, volto novamente a falar sobre o pequeno detalhe da comunicação, onde os comunicadores instantâneos, redes de relacionamento e sem esquecermos da utilização da imagem (posso citar uma serie de websites exclusivos para “troca” ou “exposição” de imagens, através das fotos digitais e vídeos). Assim, desde cedo, os jovens caminham por estes meios e cada vez mais cedo, se tornam consumidores do mercado da beleza.

Outro ponto que devo lembrar está no excesso da virtualidade e na velocidade acelerada dos relacionamentos, que torna possível um novo mercado de cosméticos que cresce formidavelmente: O mercado de “pet care”, onde boa parte dos donos de animais, de pequeno e médio porte, cuida de seus animais de estimação como filhos, e desta forma, consumindo cada vez mais produtos para embelezá-los e torná-los mais agradáveis para o convívio.

Com estas e tantas outras observações em mente é possível iniciar uma estratégia de trabalho, seja como fornecedor de insumos, produtor, desenvolvedor, comerciante ou na aplicação destes produtos. Reconhecer o mercado e compreendê-lo é fator essencial, pois onde temos muitas oportunidades, também temos os melhores jogadores.

- Cristiano Ricardo

O Brasil é uma potência mundial, nisto não nos resta dúvida, somos o terceiro mercado consumidor de produtos cosméticos, que é uma das áreas que sempre necessita de novidades, a cada mudança da moda, a cada nova estação, novos produtos precisam entrar no mercado e com potencial competitivo.

Desenvolver produtos com capacidade técnica, critério, avaliação e inovação é um dos serviços que estamos aptos a oferecer, com o auxilio corpo técnico, comercial, marketing e administrativo de forma criteriosa, sendo um suporte para todos os processos de desenvolvimento de produto.

Qualidade é fator essencial para a sobrevivência de qualquer empresa, atingindo e superando as expectativas do cliente final, o consumidor de cosméticos e perfumaria e atendendo as recomendações da vigilância sanitária.